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É um tipo de vírus que causa infecções respiratórias que podem variar de um simples resfriado a uma pneumonia severa. Foi descoberto em 31/12/2019, na China, onde surgiu o primeiro caso.

É a sigla da doença. O nome foi retirado das palavras “corona”, “vírus” e “doença”, com 2019 representando o ano em que surgiu (o surto foi relatado à OMS em 31 de dezembro).

Sintomas mais comuns são febre, tosse seca, coriza e cansaço.

Sintomas menos comuns são dores e desconfortos, dor de garganta, diarreia, conjuntivite, dor de cabeça, perda de paladar ou olfato, erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés.

Sintomas graves são dificuldade de respirar ou falta de ar, dor ou pressão no peito, perda de fala ou movimento. Neste caso, procure com urgência atendimento médico.

Por gotículas respiratórias expelidas por espirro ou tosse; contato direto com secreções (catarro, coriza), contato próximo (até 2 metros de distância) com alguém com sintomas ou com objetos ou superfícies contaminadas.

Use máscara sempre ao sair de casa. Mantenha distanciamento de pelo menos, 1,5 m das outras pessoas. Lave as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, várias vezes ao dia. A limpeza pode ser feita também com álcool gel 70%, desde que a mão não tenha sujeira aparente.

Não. A recomendação é a utilização do sabonete líquido, pois o sabonete em barra pode acumular bactérias e vírus, não devendo ser compartilhado. Então, o correto é o uso do sabonete líquido no dispensador.

Não. A lavagem das mãos com água e sabão é a primeira etapa da higienização. O álcool em gel tem o papel de complementar esse processo, eliminando vírus e bactérias residuais. Na ausência de condições para a lavagem das mãos, o álcool em gel pode ser aplicado.

Não, mas é recomendada a sua utilização.

Elas devem ser limpas com desinfetantes aprovados pelo Ministério da Saúde e álcool em gel 70% ou solução composta de água com hipoclorito de sódio a 1%.

Use a parte interna do cotovelo para evitar que gotículas se espalhem. Se estiver de máscara, espirre ou tussa, contendo com a parte interna do cotovelo e troque sua máscara.

Sempre! O uso de máscara é obrigatório para toda a população. Ela deve ser usada de maneira correta, bem ajustada ao rosto, cobrindo a boca e o nariz. A substituição deve ser feita a cada duas horas, quando a máscara estiver úmida ou após espirrar ou tossir. Depois de usada, a máscara deve ser descartada imediatamente ou no caso das máscaras de pano, deverão ser guardadas em saco plástico e lavadas assim que possível. A exceção é para crianças menores de dois anos, que não devem utilizar o acessório.

  • Antes de tocar na máscara, limpe as mãos com um higienizador à base de álcool ou água e sabão
  • Pegue a máscara e verifique se está rasgada ou com buracos
  • Oriente qual lado é o superior
  • Assegure-se de que o lado correto da máscara está voltado para fora
  • Coloque a máscara no seu rosto. Dependendo do modelo, aperte a tira de metal ou a borda rígida da máscara para que ela se adapte ao formato do seu nariz
  • Puxe a parte inferior da máscara para que ela cubra sua boca e seu queixo
  • Após o uso, retire a máscara. Remova as presilhas elásticas por trás das orelhas, mantendo a máscara afastada do rosto e das roupas, para evitar tocar nas superfícies potencialmente contaminadas da máscara
  • Descarte a máscara em uma lixeira fechada imediatamente após o uso. Higienize as mãos depois de tocar ou descartar a máscara
  • Se for de tecido, lave a máscara usando água e sabão e faça o enxágue em água corrente. Deixe secar bem. Em seguida, passe ferro quente e guarde em saco plástico limpo para a próxima utilização

O grupo do coronavírus tem a capacidade de sobreviver fora do corpo humano e, por isso, os objetos e as superfícies não higienizadas também podem ser fontes de contaminação. Evite tocar em pontos como maçanetas e corrimãos, e não compartilhe objetos de uso pessoal, como telefones, copos, garrafas, talheres e pratos. Além disso, é importante ressaltar que os espaços coletivos devem estar sempre bem ventilados.

Aglomerações estão terminantemente proibidas. A recomendação é evitar a permanência em ambientes com presença de muitas pessoas. Se isso não for possível, o ideal é manter um afastamento mínimo de, pelo menos, um metro e meio de distância das pessoas.

Atualmente não há evidências da transmissão do vírus por alimentos. Mas antes de prepará-los ou consumi-los, é muito importante fazer a correta lavagem das mãos com água e sabão e aplicar álcool em gel 70%.

Se apresentar febre persistente por mais de dois dias, falta de ar ou dificuldade respiratória, procure uma unidade de pronto atendimento para avaliação, pública ou conveniada ao SUS.

O Ministério da Saúde também recomenda que pessoas que voltaram de viagens internacionais, mesmo que não apresentem nenhum sintoma de gripe, permaneçam isoladas em casa por sete dias a partir da data da chegada ao Brasil.

Procure atendimento em um dos centros de atendimento e testagem do município.

O paciente passa por triagem com enfermeira e, de acordo com os sintomas relatados, é encaminhado para teste rápido. Após realização do teste, o paciente é atendido por médico que avaliará a necessidade ou não de realizar exame PCR (exame que coleta material da cavidade nasal com cotonete).

Teresópolis não faz a análise do material coletado. Após a coleta, o material é encaminhado para o laboratório de referência do Estado, LACEN-RJ. Devido à alta demanda, pode ser que haja demora na entrega do laudo.

As remessas de lotes de vacina são enviadas pelo Ministério da Saúde. A medida que novas doses chegam, a Secretaria Municipal de Saúde amplia o público alvo de imunização.

CoronaVac e AstraZeneca/Oxford.

Não. O organismo ainda demora para adquirir os anticorpos proporcionados pelas vacinas, portanto é preciso manter a rotina de uso de máscaras mesmo após receber a 2ª dose.

Não. Infelizmente nenhum fármaco apresentou resultados comprovados cientificamente capazes de conter a doença de precocemente.

Embora tenha havido um caso de cachorro infectado em Hong Kong, até o momento não há evidências de que cachorro, gato ou qualquer outro animal de estimação possa transmitir a COVID-19.

A reinfecção ou segunda infecção pelo novo coronavírus é rara. A maior parte das pessoas que tiveram infecção assintomática ou a doença COVID-19 provavelmente estarão imunes por, pelo menos, 10 meses, pelos dados coletados desde o início da  pandemia até agora.

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