Arranjo Produtivo Local de Cervejas Artesanais será implantado na Região Serrana
Teresópolis sediou nesta terça-feira, 1º de outubro, um encontro para definir a implantação do Arranjo Produtivo Local (APL) da Região Serrana de Cervejas Artesanais. O evento, que contou com a participação do Prefeito de Teresópolis, Vinicius Claussen, reuniu representantes das prefeituras de Petrópolis, Nova Friburgo e Guapimirim, da Emater, Firjan, Sebrae, e Unifeso, além da presença de muitos cervejeiros da região.
 
A iniciativa é da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, em parceria com a Firjan e outras entidades, que visam potencializar as indústrias locais de cerveja com o objetivo de aumentar a produção e, dessa forma, fomentar a economia local, gerando emprego e renda.
 
“Muito além da bebida, é preciso olhar para toda a cadeia do setor cervejeiro como um mercado em ascensão capaz de gerar desenvolvimento e oportunidades de emprego e renda para a Região Serrana. Estamos falando de um setor que, só em Teresópolis, emprega mais de mil pessoas. E o que está se propondo com a implantação do APL são mecanismos para incentivar esse mercado regional, entre eles um incentivo fiscal com redução pela metade da alíquota de ICMS. Também é importante lembrar que Teresópolis vem se posicionando como a Capital Nacional do Lúpulo no Brasil, principal elemento na produção da bebida e produto agrícola de maior valor agregado, que vai impulsionar ainda mais a nossa agricultura local”, declarou o prefeito Vinicius Claussen.  
O secretário municipal de Trabalho, Emprego e Economia Solidária, Vinícius Oberg, lembra que Teresópolis é hoje a cidade que mais emprega no setor. “Essa iniciativa do Estado é muito bacana porque agrupa e organiza toda a cadeia produtiva da indústria cervejeira, contribuindo para a geração de empregos e novos negócios”, disse Oberg.
 
Arranjo Produtivo Local
O APL é composto por um conjunto de empresas de um segmento produtivo, localizadas na mesma região, trabalhando de forma cooperada e sinérgica. O ato simboliza o reconhecimento, por parte do Estado, da importância do setor para a economia local.
 
A ideia é reunir as demandas dos empresários para que seja feito um estudo sobre quais são os impasses para o desenvolvimento do setor. O passo seguinte é traçar um plano estratégico para resolvê-los e facilitar o ambiente de negócios. Uma das possíveis ações é firmar parcerias com bares, restaurantes e supermercados para estimular o consumo dos produtos fabricados na região.
 
Em todo o Rio de Janeiro, o segmento de microcervejarias cresce de forma consistente. O número de empresas registradas, com estrutura própria, saltou de 12 em 2011 para 57 em 2017. 
 
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