Teresópolis avança no combate ao mosquito da dengue, zika, chikungunya e febre amarela

Teresópolis avança no combate ao mosquito da dengue, zika, chikungunya e febre amarela

Município registra 10.287 visitas domiciliares em 2 meses, contra as 14.606 realizadas em todo o ano de 2018

A integração das ações dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias proporcionou números inéditos em Teresópolis, na área de controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela. Esse trabalho necessita, além de iniciativas do poder público, de atitudes por parte da população, que pode colaborar com ações muito simples na área do controle ambiental nos seus quintais, casas e apartamentos.

Em todo o ano de 2018, os agentes comunitários de saúde fizeram 14.606 visitas domiciliares. Entretanto, entre dezembro do ano passado e janeiro de 2019, esses profissionais e os agentes de combate às endemias registraram 10.287 ações em campo. Os números são da Secretaria de Estado de Saúde, através da Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, vinculada à Subsecretaria de Vigilância em Saúde.

“Em nossa cidade, há alguns anos, não vinha sendo realizado o controle adequado de vetores que podem levar a infecções por doenças do grupo das arboviroses (transmitidas por insetos). Com esse trabalho conjunto, o avanço se deu tanto na área da integração das ações, quanto no campo dos números de ações realizadas, como se percebe pelos números. Esse resultado é o esforço dos profissionais de saúde envolvidos com essa e outras ações de Saúde Pública, assim como da sociedade,que acolheu e permitiu a visita e coleta de amostras em suas residências”, comemora Antonio Henrique Vasconcellos, Secretário Municipal de Saúde.

Desde dezembro de 2018, após capacitação, esses profissionais trabalham em conjunto, com visitas domiciliares, em especial, nas áreas e residências próximas às Unidades Básicas de Saúde da zona urbana. Nos locais, são verificados todos os pontos de risco ao surgimento de criadouros do mosquito e à transmissão das doenças, tais como residências com acúmulo de lixo em sua redondeza, plantas com coletores de água, caixas d’água descobertas, acúmulo de pneus velhos etc.

“Como se pode verificar, houve uma ação consistente que integrou as Subsecretarias de Atenção Básica em Saúde e a de Vigilância em Saúde, através dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, na busca ativa de focos do mosquito Aedes aegypti, seja nas residências ou em áreas das comunidades onde se localizam as Unidades Básicas de Saúde. É necessário promover a comunicação e a mobilização social para que a sociedade adquira conhecimentos sobre como evitar a dengue e outras arboviroses, participando efetivamente da eliminação contínua dos criadouros potenciais do mosquito”, avaliou Edneia Martuchelli, Subsecretária de Atenção Básica em Saúde.

Fotos: Divulgação

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